quarta-feira, 22 de março de 2017

Estoril Sol relança Prémios Literários em homenagem a Agustina Bessa-Luís e a Fernando Namora


Abolido o limite de idade para o Prémio Revelação

 A Estoril Sol volta a instituir, este ano, o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa- Luís e o Prémio Literário Fernando Namora, em homenagem aos dois grandes escritores de Língua Portuguesa. Em relação ao Prémio Revelação, é de registar que, desde o ano passado, foi abolido do seu Regulamento o limite dos 35 anos de idade, cláusula que o Júri considerou estar a condicionar o aparecimento de novos valores.

Com a extinção dessa norma considerada restritiva, a Estoril Sol corresponde, assim, aos pedidos manifestados por numerosos candidatos que estavam impossibilitados de participar no concurso.

Mantém-se, contudo, a obrigatoriedade do romance concorrente ser inédito, e de autor português, “sem qualquer obra publicada no género”.

A 10ª edição do Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís terá o valor de 10 mil euros e, nos termos do Regulamento, será publicado pela Editora Gradiva, de acordo com o protocolo existente com a Estoril Sol.

Guilherme D `Oliveira Martins preside ao júri, comum aos dois Prémios Literários da Estoril Sol, uma das mais prestigiadas iniciativas que integram o calendário de eventos com relevância cultural.

Juntamente com o Prémio Literário Revelação, é mantido o Prémio Literário Fernando Namora, instituído regularmente desde 1988, e cujo Júri foi presidido, durante vários anos, por Agustina Bessa-Luís e, posteriormente, por Vasco Graça Moura.

O Prémio Literário Fernando Namora, reservado a romances publicados, e com periodicidade anual, tem o valor de 15 mil euros. Recorde-se que foi Afonso Cruz, com o seu romance Flores, o vencedor no ano passado.


O Júri, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que preside, em representação do CNC


– Centro Nacional de Cultura, integra, ainda, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.


Entretanto, expira a 31 de Maio o prazo de recepção das obras originais para a 10ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís e dos romances publicados para a 20ª edição do Prémio Literário Fernando Namora.

terça-feira, 21 de março de 2017

RTP AÇORES COM NÚCLEO MUSEOLÓGICO ESTE ANO EM PONTA DELGADA




A RTP Açores vai instalar um núcleo museológico sobre história dos serviços públicos regionais de rádio e televisão nas instalações remodeladas do Centro Regional, em Ponta Delgada.

Este espaço terá uma exposição permanente com a retrospetiva dos principais acontecimentos da empresa e da região desde a inauguração do Emissor Regional dos Açores da Emissora Nacional em 1941 e da instalação do Centro Regional dos Açores da RTP, em 1975.

O Núcleo Museológico da RTP Açores será instalado com recurso a novas tecnologias, apresentando uma componente virtual que apela à realização de visitas de caráter interativo. Este núcleo museológico será acessível à população em geral e às escolas, em especial.

A sua abertura ocorrerá durante o segundo semestre deste ano, por ocasião da instalação conjunta dos serviços de rádio e de televisão no edifício da Rua Castelo Branco, em Ponta Delgada, que se encontra agora em fase final de obras de remodelação.

Os visitantes do futuro núcleo museológico poderão percorrer, cronologicamente, os momentos mais marcantes da evolução da rádio e da televisão públicas nos Açores e, ao mesmo tempo, recordar os principais acontecimentos açorianos das últimas décadas em todas as ilhas.

As visitas presidenciais de Óscar Carmona (1941) e de Craveiro Lopes (1957), a erupção do Vulcão dos Capelinhos (1958) e a assinatura do Acordo da Base das Lajes (1963) são alguns dos conteúdos previstos, tal como a cimeira dos presidentes Nixon e Pompidou na ilha Terceira (1971), a manifestação popular do 6 de junho em Ponta Delgada (1975) e a criação do Instituto Universitário dos Açores (1976).

O discurso museológico percorrerá igualmente, entre outros acontecimentos, a instalação da Assembleia Regional e do Governo dos Açores (1976), o sismo de 1 de janeiro nas ilhas Terceira, Graciosa e S. Jorge (1980) e a entrada da Região na Comunidade Económica Europeia (1985), bem como a visita do Papa João Paulo II aos Açores (1991), a subida do Santa Clara à Primeira Divisão (1999) ou a Cimeira das Lajes com George Bush, Tony Blair e José Maria Aznar (2003).

Quarta-feira, dia 22 de março, às 23h10 na RTP2 PRÉMIOS SOPHIA 2017


A RTP2 transmite na próxima quarta-feira a cerimónia de atribuição dos Prémios Sophia 2017. Uma cerimónia com apresentação de Ana Bola, onde os cineastas da Academia Portuguesa das Artes e Ciências Cinematográficas homenageiam as melhores prestações dos seus pares nos filmes estreados em 2016.

Os premiados vão receber o reconhecimento e a distinção da Academia nas categorias de Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Atriz, Melhor Ator e outras de criação e produção cinematográfica, numa cerimónia que irá consagrar Ruy de Carvalho com o Prémio Mérito e Excelência e distinguir o percurso profissional da atriz Adelaide João e do Diretor de Fotografia Elso Roque com a atribuição dos Prémios Carreira.

Os Prémios Sophia são os prémios cinematográficos portugueses atribuídos anualmente pela Academia Portuguesa de Cinema, que têm por objetivo reconhecer o melhor da produção nacional.









sábado, 18 de março de 2017

Carmo Moniz Pereira e D. António de Noronha em noite de Fado no Casino Estoril

Em noite de fado no Casino Estoril, agendada para a próxima Quarta-Feira, 22 de Março, a partir das 22 horas, Carmo Moniz Pereira e D. António de Noronha sobem ao palco do Lounge D acompanhados por Diogo Lucena Quadros e Bernardo Romão, nas guitarras, e Luis Roquette, na viola. A entrada é livre.

Com um registo intimista, Carmo Moniz Pereira e D. António de Noronha revelam diferentes estilos interpretativos, convidando o público a recordar várias composições que se tornaram intemporais.


Carmo Moniz Pereira


Nasceu numa família amante da música e em especial do fado, tendo descoberto, muito jovem, o gosto pelo canto. Aos 15 anos foi convidada para cantar fado numa festa de beneficência, a partir da qual começaram a surgir convites para participar noutros eventos. Cantou em regime fixo em dois restaurantes com fados: o “Damas” e o restaurante do “Jockey”.

Ganhou, em 2010, o 1º Prémio Maria Severa do Concurso “Há Fado na Mouraria”, concurso que teve lugar no Teatro Trindade e cujo júri contou com os especialistas de fado José Pracana, José Manuel Osório e Helder Moutinho. Fundou, posteriormente, com os fadistas Francisco Salvação Barreto e Matilde Cid o projecto Fado Rezado, tendo como objectivo levar o fado tradicional às celebrações cristãs, como forma de oração.


D. António de Noronha

Ser fadista não é só cantar o fado. É senti-lo e cantá-lo naturalmente, sem preocupação de estilos. Quando isso acontece, acontece a tal verdade de que o fado é feito e que o torna pessoal e diferente, como diferentes são também as pessoas que o cantam. Assim é o fado de D. António de Noronha.

O cartaz renova-se, às Quartas-Feiras, a partir das 22 horas, com um elenco a não perder. Teresa Siqueira e Gonçalo Castelbranco sobem ao palco no dia 29 de Março.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Noite de Fado no Casino Estoril com Carolina e Filipe Duarte

O Casino Estoril acolhe, na próxima Quarta-Feira, 15 de Março, a partir das 22 horas, mais um aguardado espectáculo de fado. Carolina e Filipe Duarte sobem ao palco do Lounge D, sendo acompanhados por Diogo Lucena Quadros e Bernardo Romão, nas guitarras, e Luis Roquette, na viola. A entrada é livre.



Carolina

Revelação do meio fadista, Carolina estreou-se, em 2014, com um LP homónimo, apresentando-o em aclamados palcos nacionais e internacionais, como o Festival Cultural Europeu em Argel, Festival de Fado de Buenos Aires, ou o prestigiado Festival Sete Sóis, Sete Luas, em Itália. 
Foi das primeiras confirmações do Caixa Ribeira´15 e num Salão Árabe esgotado deu um dos melhores c
oncertos do festival. Em Setembro, esteve no Caixa Alfama, ponto de partida para uma série de concertos. A fadista, de voz deleitosa, conta no seu primeiro disco com temas de António Zambujo, entre outros conceituados nomes nacionais.








Filipe Duarte

Filipe Duarte iniciou, aos 24 anos, o seu percurso profissional estreando-se no “Faia”. A sua carreira prosseguiu noutras casas de fado como a "Mãe Preta ou a Parreirinha de Alfama. A última casa em que integrou o elenco permanente foi o Senhor Vinho, onde esteve durante um período de cerca de 12 anos.

Na década de 80, em sociedade com Tony de Matos e Carlos Zel, abriu a casa típica Fado Menor. No foi o “Solar do Fado”, na Ajuda, em Lisboa, a casa que elegeu como sua, gerindo o espaço por um período de 11 anos. Posteriormente, continuou a fazer as suas actuações em espectáculo, nomeadamente nas Quartas-Feiras de fado do Casino Estoril, a convite de Carlos Zel.

A sua carreira integrou diversas apresentações na televisão, participando em programas como o Fados de Portugal de António Pinto Basto, ou o Parabéns de Herman José.

Conta com várias edições discográficas, em formato de LP e Single, gravadas para diversas editoras, mas apenas uma reedição em formato CD.

O cartaz renova-se, às Quartas-Feiras, a partir das 22 horas, com um elenco a não perder.

Carmo Moniz Pereira e D. António de Noronha actuam no dia 22 e, posteriormente, Teresa Siqueira e Gonçalo Castelbranco sobem ao palco no dia 29 de Março.